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Brasileiros morrem em sequência na guerra da Ucrânia; cantor está entre as vítimas

Maécio Campos Brito, Soldado França e Mateus Sandyel da Costa Campos morreram em meio aos combates; companheiro de equipe lamentou as perdas e afirmou que deseja retornar ao Brasil.

Redação
Por Redação
Notícia de Itapecerica da Serra / SAO-PAULO

Os últimos dias têm sido marcados por notícias sobre a morte de brasileiros que atuavam na guerra entre Rússia e Ucrânia. As baixas registradas recentemente voltaram a chamar a atenção para os riscos enfrentados por estrangeiros que decidiram integrar o conflito, considerado um dos mais violentos da atualidade.

Entre as vítimas está o cantor Maécio Campos Brito, natural de Itapecerica da Serra (SP), cuja morte foi divulgada nesta segunda-feira. Maécio integrava a mesma equipe do brasileiro Thiago Morais da Silva Moita, que ganhou notoriedade na imprensa nacional após revelar que decidiu ir para a guerra da Ucrânia depois de perder mais de R$ 340 mil em apostas on-line.

Além de Maécio, também morreram nas últimas horas o brasileiro conhecido como Soldado França e o soldado Mateus Sandyel da Costa Campos, de 24 anos, natural de Açailândia (MA). As mortes representam uma sequência de perdas entre combatentes brasileiros que atuavam no mesmo conflito.

Em vídeos publicados anteriormente nas redes sociais, Maécio relatou que um dos motivos que o levaram a ingressar na guerra era a possibilidade de reunir recursos financeiros para investir em sua carreira artística. Segundo ele, o objetivo era arrecadar dinheiro para custear um projeto musical com uma gravadora, já que esse tipo de produção exige um investimento elevado.

Diante das recentes perdas, Thiago Morais da Silva Moita manifestou pesar nas redes sociais pela morte dos companheiros de equipe. Em suas publicações, ele prestou homenagens aos brasileiros mortos no conflito e voltou a afirmar que pretende deixar a Ucrânia e retornar ao Brasil. No entanto, segundo relatou, ainda precisa cumprir o contrato firmado para sua permanência no país.

As mortes voltam a evidenciar a presença de brasileiros na guerra entre Rússia e Ucrânia e os riscos enfrentados por aqueles que optaram por integrar as forças envolvidas no conflito, que já dura mais de quatro anos e continua provocando milhares de vítimas.

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