Polícia descobre rinha de galo pela segunda vez em Livramento

Uma rinha de galos voltou  passar por intervenção da Polícia nesta quarta-feira (07) na Rua Francisco de Souza Lima, no Centro de Livramento de Nossa Senhora, Bahia.

Conforme informações da Polícia, as guarnições chegaram ao local por meio de denúncia, que davam conta de em um cômodo no fundo de um bar, havia um local para prática de maus tratos, ferimentos e mutilação de aves, vulgarmente conhecida como “Rinha de galo”, em desacordo com o artigo 32, da Lei 9.605 (Lei de Crimes Ambientais).

Ainda segundo a polícia, o policiamento foi intensificado no local e, por volta das 19h30min, a guarnição do PETO juntamente com o PETO motocicletas constataram a veracidade da informação.

“Foi percebida uma intensa aglomeração de pessoas no bar, sendo necessário o ingresso da Polícia Militar para intervir nessa situação. Foi solicitado ao responsável pela “rinha”, a entrada da Polícia Militar nos cômodos situados nos fundos do bar, sendo devidamente autorizado”, relatou a polícia.

Ao adentrar no local, foram encontrados 27 galos e diversos objetos que eram usados nos animais. Os envolvidos, os animais e todo o material foram apresentados à Delegacia Territorial de Livramento de Nossa Senhora para serem tomadas as medidas cabíveis.

Organizar ou participar de rinha é crime ambiental, definido no artigo 32 da Lei Federal nº 9.605/98.

De acordo com servidores ligados ao setor de fiscalização do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), no caso de apreensão de animais, além do órgão federal, o Estado e o Município têm autonomia para responder e fiscalizar esse tipo de crime. Na Bahia, o Instituto do Meio Ambiente (Inema) e  a Companhia de Polícia de Proteção Ambiental (COPPA) também respondem pelos crimes ambientais.

O local já sofreu intervenção da polícia na noite do dia 21 de agosto de 2011. Na ocasião, foram encontradas 52 aves, sendo que duas estavam machucadas, viveiros, 12 bicos de ferro, 14 esporas de plástico e uma arena para os espectadores das brigas. Além disso, seringas e medicamentos para aumentar o desempenho muscular dos animais foram apreendidos.

Ainda, naquela operação, a polícia prendeu quatro homens, que foram ouvidos e liberados após ser instaurado um termo circunstanciado, denominação para crimes de menor poder ofensivo. Os homens responderam em liberdade por crimes ambientais.


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