Durante a simulação, a perícia reproduziu os acontecimentos relatados por Abraão, que reafirmou ter cometido o homicídio a mando de Angelita Silva Medeiros, esposa de Jânio, atualmente presa na Cadeia Pública da cidade. O objetivo da reconstituição foi confrontar as informações obtidas nas investigações com as versões apresentadas pelo acusado.
Segundo o delegado Romilson Dourado dos Santos, responsável pelo caso, a reconstituição foi fundamental para verificar a consistência das confissões e esclarecer pontos ainda em aberto. No entanto, o ato gerou divergências entre os representantes legais das partes envolvidas.
O advogado de acusação, Rogério Andrade, contratado pela família da vítima, demonstrou insatisfação com os resultados. Ele afirmou que Abraão apresentou uma versão diferente da confissão inicial, minimizando a participação de Angelita: “Nesta versão, ele diz que Angelita é uma pobre coitada, ou seja, já está tentando protegê-la”, declarou.
Por outro lado, o advogado de defesa de Angelita, Custódio Brito, de Guanambi, não compareceu ao ato, enviando apenas um representante para acompanhar os trabalhos.
A Polícia Civil seguirá analisando os elementos levantados na reconstituição para complementar o inquérito e encaminhar novas provas à Justiça.
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