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Promotora de Justiça morre afogada durante banho de mar na Bahia

Redação
Por Redação
Notícia de Mata de São João / BAHIA

Marlinda Maria Dutra de Oliveira, de 58 anos, morreu na tarde desta quarta-feira (19), na Praia do Papa Gente, em Praia do Forte, no município de Mata de São João, litoral da Bahia. Amiga que estava com a promotora também se afogou, mas foi resgatada com vida.

A promotora de Justiça do Amazonas Marlinda Maria Dutra de Oliveira, de 58 anos, morreu após se afogar na Praia do Papa Gente, em Praia do Forte, no município de Mata de São João, no litoral da Bahia. O caso aconteceu na tarde desta quarta-feira (19).

De acordo com as informações divulgadas sobre a ocorrência, Marlinda estava acompanhada de uma amiga quando as duas se afogaram. A amiga conseguiu ser resgatada com vida e recebeu atendimento médico após ser retirada do mar por uma equipe do Grupamento Aéreo da Polícia Militar da Bahia (Graer).

Corpo apresentava escoriações

Segundo os relatos divulgados após o resgate, o corpo da promotora apresentava algumas escoriações. A hipótese mencionada é de que os ferimentos tenham sido provocados pelo impacto contra corais e pedras existentes na região.

As circunstâncias exatas do afogamento ainda não foram detalhadas publicamente. As informações disponíveis apontam para um acidente durante o banho de mar, mas eventuais conclusões sobre a dinâmica da ocorrência dependem da apuração das autoridades responsáveis.

Carreira de mais de três décadas no Ministério Público

Marlinda Maria Dutra de Oliveira construiu uma longa trajetória no Ministério Público do Estado do Amazonas (MPAM). Conforme registros oficiais da instituição, ela ingressou na carreira em 1994, por meio do Ato nº 063/1994/PGJ, e exercia o cargo de Promotora de Justiça de Entrância Final, com lotação na 41ª Promotoria de Justiça.

Documentos oficiais do MPAM também registram a atuação de Marlinda em diferentes procedimentos e atividades institucionais ao longo de 2026, demonstrando que ela permanecia em plena atividade profissional antes da morte. Em publicação oficial de março deste ano, por exemplo, seu nome aparece em atos relacionados à atuação ministerial.

A carreira da promotora foi marcada pela atuação em defesa do interesse público e da sociedade amazonense, especialmente em áreas relacionadas à Fazenda Pública e outras atribuições do Ministério Público.

MPAM lamenta morte e presta solidariedade à família

Após a confirmação da morte, o Ministério Público do Estado do Amazonas divulgou uma nota de pesar e destacou a trajetória profissional de Marlinda.

Na manifestação, a instituição ressaltou a dedicação da promotora ao serviço público, seu compromisso com a Justiça e sua atuação em defesa dos direitos da população.

O MPAM também destacou que Marlinda deixa o exemplo de uma profissional presente, dedicada e comprometida com a instituição, com atuação tanto na capital quanto no interior do Amazonas.

A instituição manifestou solidariedade aos familiares, especialmente aos filhos, além de amigos, colegas de trabalho e demais pessoas que conviveram com a promotora. O Ministério Público reconheceu ainda os serviços prestados por Marlinda à sociedade amazonense e afirmou que guardará sua trajetória com respeito e carinho.

Atuação reconhecida dentro do MPAM

O nome de Marlinda aparece há anos em registros oficiais do Ministério Público do Amazonas. Em documentos institucionais, ela é identificada como integrante da 41ª Promotoria de Justiça, função que ocupava antes da morte.

Registros oficiais também mostram que sua atuação estava integrada à rotina institucional do MPAM ainda em 2026, reforçando que sua morte interrompeu uma carreira de mais de 30 anos dedicada ao Ministério Público.

Tragédia durante viagem ao litoral baiano

A morte da promotora amazonense ocorreu durante sua passagem pelo litoral da Bahia. A Praia do Papa Gente está localizada na região de Praia do Forte, no município de Mata de São João, área conhecida pelas piscinas naturais e pela presença de formações de corais.

O episódio mobilizou equipes de resgate e terminou com a morte de Marlinda e o salvamento da amiga que a acompanhava.

A ocorrência causa repercussão no Amazonas, especialmente entre integrantes do sistema de Justiça e colegas que trabalharam com a promotora ao longo de sua carreira.

Marlinda Maria Dutra de Oliveira deixa filhos, familiares, amigos e colegas de profissão, além de uma trajetória de mais de três décadas no Ministério Público do Amazonas.

As circunstâncias do afogamento e os detalhes sobre os procedimentos realizados após a localização do corpo poderão ser esclarecidos pelas autoridades responsáveis pela ocorrência.

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