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Prefeitos baianos firmam pacto para limitar cachês no São João 2026

Prefeitos baianos firmam pacto regional para limitar cachês no São João 2026, estabelecendo teto de R$ 700 mil por apresentação e regras de reajuste apenas pela inflação, em iniciativa apoiada pela UPB para garantir equilíbrio fiscal e transparência nos contratos.

Redação
Por Redação • 288 visualizações
Notícia de Salvador / BAHIA

Em reunião realizada nesta semana, prefeitos de diversas cidades da Bahia decidiram estabelecer um teto para os cachês de bandas e artistas contratados para o São João 2026. O encontro, articulado pelo prefeito de Conceição da Feira, João Furão, contou com a participação de gestores como Genival Deolino (Santo Antônio de Jesus) e Ednaldo Ribeiro (Cruz das Almas), além de outros representantes da região.

Regras definidas

  • O cachê máximo será de R$ 700 mil por apresentação.

  • Artistas que receberam valores menores em 2025 só poderão ter reajuste limitado ao índice oficial da inflação.

  • Os municípios não poderão ampliar os gastos totais com eventos em 2026 além da correção inflacionária sobre o valor investido em 2025.

  • Parcerias Público-Privadas (PPPs) deverão seguir os mesmos critérios, sem possibilidade de burlar as regras.

Segundo João Furão, a medida busca preservar a tradição dos festejos juninos sem comprometer a saúde financeira das cidades. “Queremos manter o equilíbrio fiscal e garantir que os eventos continuem acontecendo de forma sustentável”, afirmou.

O presidente da União dos Municípios da Bahia (UPB), Wilson Cardoso, destacou que a decisão fortalece a cooperação regional e garante mais transparência nas contratações:

“A UPB está junto com todos os prefeitos e prefeitas para assegurar que os festejos juninos sejam realizados com responsabilidade fiscal, equilíbrio financeiro e preços justos na contratação de artistas e estruturas.”

Impacto esperado

A iniciativa é considerada um marco para conter a escalada dos cachês e assegurar que o São João continue sendo celebrado com alegria, mas sem comprometer os cofres públicos. Além de promover justiça nos contratos, o pacto regional deve garantir planejamento e transparência na organização dos eventos.

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