De acordo com a decisão, os militares foram condenados por participação no chamado “núcleo 1” da tentativa de golpe de Estado, que tinha como objetivo reverter o resultado das eleições presidenciais e provocar ruptura institucional. Heleno recebeu pena de 21 anos de prisão, enquanto Paulo Sérgio foi condenado a 19 anos, ambos em regime fechado.
A operação contou com reforço de segurança na área militar, incluindo o fechamento da Praça dos Cristais, localizada próxima ao Quartel-General do Exército. Os generais foram encaminhados a salas de Estado-Maior, espaços destinados a oficiais de alta patente, equipados com cama, mesa e banheiro.
Além de Heleno e Paulo Sérgio, outros militares já haviam sido condenados no mesmo processo, como o general da reserva Walter Braga Netto, ex-ministro da Defesa e da Casa Civil, e o ex-comandante da Marinha Almir Garnier.
A prisão de oficiais de quatro estrelas é considerada um episódio inédito na história recente do Brasil, gerando ampla repercussão entre militares da ativa e da reserva. Relatos indicam surpresa e preocupação diante da decisão, já que os condenados ocupavam cargos de destaque e possuíam longa trajetória nas Forças Armadas.
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