Com crime ocorrido hoje, já é o 2ª Oficial da PM morto por ciganos na região

Soldado Brito (Esq) e Tenente Neves (Dir) executados por ciganos nesta terça-feira (07). Foto: Arquivo Familiar.
Soldado Brito (Esq) e Tenente Neves (Dir) executados por ciganos nesta terça-feira (07). Foto: Arquivo Familiar. 

 

Um duplo homicídio ocorrido na manhã desta terça-feira (07), em Vitória da Conquista, mobilizou as tropas das polícias baiana. Dois políciais militares, um soldado recém-formado e um Oficial da PMBA, que atuavam na SOINT, Serviço de Inteligencia da 92ª CIPM/Rural de Vitória da Conquista, trocaram tiros com ciganos, mais precisamente no distrito de José Gonçalves.

No tiroteio, os dois policiais morreram no local, e um cigano ainda foi alvejado. Logo após o crime, os dois ciganos que mataram os dois PMs fugiram em dois automóveis, levando o cigano que foi baleado, o qual era pai dos mesmos.

Os assassinos deixaram o cigano baleado no Hospital de Base, abandonaram um dos carros e fugiram.

Após o crime, policiais militares, civis e rodoviários montaram uma megaoperação policial em todo o Estado à procura dos ciganos envolvidos no crime.

Os policiais executados foram o 1º Ten PM Luciano Libarino Neves, 34 anos, casado e pai de 01 filho e do Sd 1ª Cl PM Robson Brito de Matos, Brumadense de 30 anos, casado e pai de 01 filha.

As últimas informações dão conta de que um dos ciganos envolvidos no crime veio a óbito no início da tarde, em confronto com policiais que estão na operação.

Informações da PM deram conta, ainda, de que os policiais tiveram suas armas e celulares levados pelos criminosos.

Segundo Oficial da PM morto por ciganos na Região Sudoeste

O crime ocorrido hoje fez voltar ao tempo. Isso porque, uma ocorrência bem parecida já aconteceu na noite do dia 15 de maio de 2007 na cidade de Guanambi, quando o jovem Oficial, o Tenente PM Gilson Santiago Messias Junior, de 23 anos foi executado por ciganos.

Na ocasião, os ciganos ainda mataram o dono do bar onde ocorreu o crime. Na caçada aos acusados, 4 ciganos foram mortos. O tenente era filho do Coronel Santiago, então comandante do Batalhão da cidade de Juazeiro.

Ainda, naquela ocasião, os ciganos mortos no confronto foram sepultados no cemitério do distrito de Caraíbas, em Paramirim. Já o Oficial foi sepultado na cidade de Salvador.


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