Amigos livramenteses desbravam o “Cachoeirão” no Vale do Pati

Adilson, Tales e Filberth no topo do Cachoeirão, a segunda cachoeira mais alta da Bahia. Foto: Arquivo Pessoal.
Adilson, Tales e Filberth no topo do Cachoeirão, a segunda cachoeira mais alta da Bahia. Foto: Arquivo Pessoal.

 

No miolo entre os municípios de Mucugê, Andaraí e Palmeiras, as cadeias de montanhas formam um recanto perfeito para encarar uma bela trilha e o contato com a natureza. Afinal, entre esses municípios está o Vale do Pati, que desenha um dos relevos mais belos do país, no Coração do Parque Nacional da Chapada Diamantina. É lá também onde se encondem algumas das mais belas cachoeiras e quedas d’agua do planeta.

Explorar o Vale do Pati significa colocar cada músculo a prova, um verdadeiro perrengue para o corpo, mas em compensação é uma grande oportunidade de se desprender da rotina e estabelecer uma conexão direta com a Biodiversidade.

Como bons aventureiros estão sempre dispostos a encarar novos desafios, o vale do Pati foi o local em que um trio de amigos de Livramento de Nossa Senhora (BA) escolheu para um desafio de final de semana. Saíram cedo de casa, no domingo, percorreram 179 km, sendo 24 km a pé pela trilha.

 A Região do Vale do Pati é desafiadora, linda e tem mesmo uma energia fora do comum. Foto: Arquivo Pessoal.
A Região do Vale do Pati é desafiadora, linda e tem mesmo uma energia fora do comum. Foto: Arquivo Pessoal.

 

O objetivo era explorar o topo do Vale e a sua principal cachoeira: O Cachoeirão — um espetaculoso cânion com cerca de 300 metros de altura, onde se formam mais de 20 quedas d’água neste período de chuvas. Para explorar o lugar três dias é o mínimo recomendado, mas Adilson, Tales e Filberth conseguiram concluir apenas em um dia.

“Foi uma das trilhas mais exigentes da minha vida, não estou aguentando nem ficar em pé [risos] … Mas foi ‘top’, viu? Missão dada, missão cumprida”, brincou Filberth.

Não foi tarefa muito fácil, a trilha exigiu muito esforço e superação, mas Tales garante que todo esse esforço compensou. “Afirmo com toda a certeza: vale a pena”.

E para você que somente ao ver as imagens ficou encantado com essa maravilha que é o Vale do Pati, para desfrutar bem a formosura do lugar, o bom mesmo é investir primeiro no condicionamento físico com certa antecedência, visando obter uma boa performance ao longo da trilha. Separe no mínimo três noites, leve um guia que conhece bem o local e bom passeio.

Mais artigos sobre a Chapada Diamantina (Clique aqui).

 


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