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Motorista de ônibus que tombou em MG causando 5 mortes desapareceu após acidente

Redação
Por Redação • 667 visualizações

Na noite de quarta-feira (21), um ônibus de turismo que fazia o trajeto entre Arapiraca (AL) e Itapema (SC) tombou na altura do Km 474 da BR-251, na Serra de Francisco Sá, em Minas Gerais. O veículo transportava cerca de 48 passageiros.

Segundo informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e do Corpo de Bombeiros, o ônibus teria apresentado problemas no sistema de frenagem em um trecho de declive e curva, o que levou à perda de controle e ao tombamento.

O acidente resultou em cinco mortes, incluindo um bebê.

  • Dois homens e duas mulheres morreram no local.

  • Uma das vítimas foi encontrada fora do ônibus junto ao bebê.

  • Outros três corpos ficaram presos sob o veículo.

Além das mortes, 43 pessoas ficaram feridas, sendo nove em estado grave com múltiplas fraturas e escoriações. Os feridos foram encaminhados para hospitais da região.

O motorista, de 38 anos, não foi localizado imediatamente após o acidente. Ele teria deixado o local antes da chegada das autoridades, o que impossibilitou a realização do teste do bafômetro.

Na tarde de quinta-feira (22), o homem se apresentou espontaneamente à Polícia Civil de Francisco Sá, acompanhado de um advogado. Ele foi preso em flagrante e alegou que já sabia dos problemas nos freios do ônibus.

De acordo com informações preliminares, o ônibus estaria operando de forma irregular, sem autorização adequada para transporte de passageiros. A perícia foi acionada para investigar as causas do acidente e verificar as condições mecânicas do veículo.

A PRF e a Polícia Civil abriram investigação para apurar:

  • As condições de manutenção do ônibus.

  • A responsabilidade da empresa de transporte.

  • O motivo da fuga do motorista após o acidente.

O caso chocou a região e levantou novamente o debate sobre a segurança no transporte rodoviário de passageiros no Brasil. A fuga do motorista e a suspeita de irregularidades no veículo reforçam a necessidade de fiscalização mais rigorosa para evitar tragédias como essa.

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